Inscrições prorrogadas para o programa Cartão Transporte Universitário

Estão prorrogadas até o dia 10 de abril as inscrições para o programa Cartão Transporte Universitário, uma iniciativa da Secretaria Extraordinária Estadual da Juventude (Seejuv), voltada para garantir o acesso igualitário à educação e promover o desenvolvimento social da juventude maranhense.

Para maiores informações procure a Secretaria Municipal de Juventude, Cultura e Igualdade Racial, localizada no Prédio da Associação Comercial de Codó, ou pelo telefone 98242-2815.

O valor do auxílio para estudantes da Grande Ilha é de R$ 400,00 (pagamento único). Quanto aos demais municípios do Maranhão, o valor do auxílio é de R$ 800,00 (pagamento único)

Para se inscrever, o candidato pode acessar o site: https://transporteuniversitario.juventude.ma.gov.br

Confira o novo cronograma pelo site do programa.

Um homem, identificado como Pedro Igor da Silva Cavalcante, de 31 anos, foi preso nesta segunda-feira, 8, suspeito de ter matado a pauladas sua companheira, Cassiana Marques Gonçalves, 31, em Santa Quitéria, no interior do Ceará. Ele também teria arrancado a orelha da enteada, uma adolescente de 13 anos.

Segundo o portal local A Voz de Santa Quitéria, Pedro Igor morava em Fortaleza e teria chegado à residência de Cassiana na madrugada desta segunda. Ele cometeu o crime e fugiu em seguida, usando uma bicicleta da mulher.

O homem teria abandonado o veículo na estrada e seguido a pé até uma parada de ônibus, onde foi reconhecido por policiais.

Dias antes do crime, o suspeito postou um vídeo em suas redes sociais com várias fotos com Cassiana. Na publicação, Pedro Igor se declarava para ela.

Em nota ao Terra, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que o suspeito foi preso em flagrante pela Polícia Militar, em uma parada de ônibus às margens da CE-176. Ele foi conduzido até a Delegacia Municipal de Santa Quitéria, unidade da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), onde foi autuado e colocado à disposição da Justiça.

A pasta também disse que a mulher morreu ainda no local das agressões, e a enteada foi socorrida.

informações fornecidas pelo O terra

Falseamento de informações, de opiniões, de vozes e até de rostos. Mentiras que chegam por telas e telinhas, que multiplicam-se com teorias conspiratórias, com frases cortadas e datas imprecisas.

A desinformação, que se apresenta em diferentes faces e que representa ameaça concreta às sociedades civilizadas, tornou-se desafio diário para profissionais da informação, categoria que celebrou, no último domingo, 7, o Dia do Jornalista.

Para pesquisadores do tema, trabalhadores dessa área têm a missão de atuar na linha de frente contra a epidemia desinformativa, mas têm desafios complexos diários nessa guerra.

Em entrevista à Agência Brasil, o professor João Canavilhas, da Universidade da Beira Interior (Portugal) e pesquisador dos efeitos das novas tecnologias, disse que o jornalismo tem sido o principal combatente contra a desinformação e grande defensor da democracia.

“Não devemos desligar uma coisa da outra para deixar claro que a desinformação não é apenas um fenômeno isolado: ele tem um objetivo específico – manipular as pessoas – e, em última instância, visa destruir a democracia”.

Ele explica que algumas plataformas, como as redes sociais e as agências de checagens também combatem a desinformação. “Podemos dizer que o jornalismo profissional é o verdadeiro antídoto contra a desinformação”.

“Não devem atuar sozinhos”

Segundo a pesquisadora brasileira Ana Regina Rego, coordenadora geral da Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNDC), os jornalistas têm responsabilidade nesse combate, mas não significa que devam atuar sozinhos.

“É preciso atuar em sinergia com outros profissionais, como cientistas de dados, com agentes de saúde, ou mesmo professores do ensino básico, por exemplo. Eu acredito muito no jornalismo como instituição no combate à desinformação”, afirma.

Ana Regina Rego pondera que há, entretanto, um cenário múltiplo com portais de conteúdos desinformativos e que se utilizam de uma estética da informação semelhante a do campo do jornalismo profissional.

“Existe uma transformação em curso, que inclui tanto a questão tecnológica das plataformas e práticas que eram exclusivas do jornalismo, mas que hoje são compartilhadas em um espaço em que qualquer pessoa se transformou em um produtor de conteúdos”.

De acordo com o professor português João Canavilhas, a classe profissional está hoje mais ciente do seu papel na sociedade.

“Antes de termos evidências sobre o poder da desinformação – tal como aconteceu nas eleições americanas ou nas brasileiras – os jornalistas viam-se como um quarto poder”. Mas isso se alterou. porque a desinformação circula por vários canais e os jornalistas perceberam que já não basta dominar o seu canal para combater a desinformação.

“Isso obrigou-os a repensar o seu papel e a encontrar formas de procurar os espaços onde circula a informação falsa para poderem combater”.

De acordo com o que avalia a presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Samira de Castro, a desinformação se tornou parte desse ecossistema.

“O jornalista, por ter o seu compromisso com a função social da atividade e, por ter conhecimento não somente teórico, mas também ético sobre a profissão, deve ser visto como um combatente natural contra a desinformação”

Sob suspeição

Mas, para João Canavilhas, a imagem do jornalista não é a mesma para o público, o que seria fruto também de maus exemplos resultantes da pressa de ser o primeiro a publicar.

“Alguns profissionais deixaram de cumprir os princípios éticos e deontológicos associados à profissão e, por isso as pessoas, dizem que ‘os jornalistas são todos iguais’. É preciso mostrar que, tal como em todas as profissões, há bons e maus profissionais”.

A professora brasileira Ana Regina Rego, que atua na Universidade Federal do Piauí, aponta que existe uma ação de jogar o jornalismo em uma posição de suspeição. Para conter essa situação, no entender dela, o campo jornalístico tem que ser proativo e revisitar os pilares de construção da sua confiabilidade.

“É necessário trabalhar de forma ética e com conhecimento mais aprofundado”.

Verificação

Pesquisadora do tema, a professora Taís Seibt, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), explica que a ação de verificação das informações é algo imutável e diferencial para o jornalismo.

“O papel de verificação das informações seria potencializado para o jornalismo se diferenciar dos outros discursos, das outras práticas de comunicação no contexto que a gente vive”.

De acordo com a professora, o jornalismo de verificação não é só o de veículos que fazem o fact-checking (checagem de fatos).

“Trata-se de uma ação para reforçar esse princípio como um elemento do jornalismo em um ecossistema de comunicação saudável diante das mudanças que a gente está acompanhando”.

A professora Taís Seibt avalia que as ondas de desinformação na internet mudaram, de alguma forma, o perfil dos jornalistas. Inclusive, pelas condições de precarização da atividade e exigências cada vez maiores com relação a quantidade e qualidade de publicações.

“Isso impõe aos jornalistas vários desafios, inclusive de se adaptar a novos formatos. Por isso, é necessário trabalhar a verificação como um elemento-chave”, afirma.

A presidente da Fenaj, Samira de Castro, entende que os jornalistas passaram a incorporar a checagem como parte do trabalho diário.

“Existem áreas sensíveis à desinformação, como a cobertura de política, onde há uma desinformação propositada para fazer sobressair narrativas de interesses de políticos”.

Outro campo que ela cita é a área da saúde, que se mostrou muito sensível à desinformação por conta dos movimentos antivacina e anticiência.

“Por incrível que pareça, nós estamos numa era em que a informação é um valor inalienável, mas o excesso de informação não ilumina o cidadão”, avalia. Em contraposição, a informação aprofundada é o que faria a diferença e que deveria ser objetivo dos profissionais.

Dificuldades

Taís Seibt indica que o desafio foi potencializado, por exemplo, pelo avanço das tecnologias de inteligência artificial com uma capacidade cada vez maior de simular realidades que não existem.

“E com muita técnica e refino. Então é difícil para o jornalista, se posicionar como esse mediador qualificado para verificar”. As dificuldades ficaram evidentes durante a pandemia de covid-19, quando a desinformação foi rotineira e era preciso indicar as instruções corretas para proporcionar segurança aos cidadãos.

“A gente precisa, como cidadão, ter em quem se apoiar. O jornalismo historicamente exerceu esse papel em diferentes contextos, mudanças e crises. Estamos em um período em que esse debate está muito forte, mas o jornalismo continua fundamental e vai continuar sendo necessário”.

Formação de cidadãos

Segundo o professor João Canavilhas, para controlar essas situações de desinformação, é necessário que existam leis e entidades reguladoras para conter as mentiras.

“Em Portugal chama-se ERC. Mas é nas plataformas que está o grande problema. Algumas são fechadas e, mesmo nas abertas, torna-se cada vez mais difícil controlar a desinformação. Claro que as redes sociais tentam fazer o seu trabalho, mas os algoritmos ainda são muito limitados a identificar informação falsa”.

Para Canavilhas, só um controle humano consegue bons índices de eficácia, mas seria impossível fazê-lo permanentemente dado o fluxo informativo. É por isso que se torna tão difícil conseguir controlar a desinformação nas redes sociais.

“A alternativa é a literacia midiática, ou seja, introduzir estas matérias nas escolas e dar cursos livres para que todos os cidadãos percebam a diferença entre a informação jornalística e o ‘papo furado’ das redes”

Por Agência Brasil

No Maranhão, mas meio milhão de eleitores tiveram seus títulos cancelados em 2024. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral no estado (TRE-MA), ao todo, 558.172 eleitores estão com os títulos cancelados.

O prazo final para regularizão eleitoral, solicitação de transferência de domicílio e atualização de dados cadastrais encerra no dia 08 de maio.

Após essa data, esses serviços ficarão indisponíveis, pois a Justiça Eleitoral passará a se dedicar a organização das eleições municipais.

É possível ver qual é a situação cadastral no site do TSE. .

Primeiro título

Quem for tirar o título pela primeira vez precisa ir a um cartório eleitoral para coletar a biometria, que é gratuita. Esse cadastro evita que uma pessoa vote no lugar de outra e permite identificar se um eleitor tem mais de um registro eleitoral.

A Justiça Eleitoral alerta que apenas fazer o pedido pela internet não é garantia da emissão do título ou a regularização eleitoral. É necessário anexar os documentos exigidos.

 

O cenário político codoense recebeu com muita surpresa o retorno de Figueiredo Júnior, ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal, que oficializou sua filiação ao Partido Liberal (PL). Figueiredo Júnior, figura conhecida na história política da cidade, coloca seu nome à disposição para disputar uma vaga na Câmara Municipal nas eleições de 2024.

Com forte atuação política em Codó, Figueiredo Júnior acumula uma vasta experiência na Câmara Municipal com três mandatos. Em sua trajetória, destaca-se como ex-presidente da Casa Legislativa e ostenta o título de vereador mais votado nas eleições de 2008 em Codó, com 2.711 votos.

Com um time de pré-candidatos de peso, o União Brasil de Codó se coloca como um dos maiores partidos do município nas eleições de 2024. Essa iniciativa reúne lideranças políticas do município sendo uma força considerável para o pleito deste ano.

Sob a liderança do presidente municipal, Vereador Wanderson da Trizidela, e do Deputado federal Pedro Lucas, o partido vem crescendo exponencialmente e se torna um dos maiores de Codó. Essa conquista é resultado de um trabalho árduo e dedicado, que prioriza o diálogo, a transparência e a valorização das pessoas.

“A força do nosso partido se dá pela lealdade e pelo respeito que temos com todos. Começamos esse trabalho no ano passado e, mesmo com os desafios e ataques, conseguimos montar uma equipe forte e coesa para as eleições de 2024. Nosso objetivo é fortalecer ainda mais o União Brasil e fazer a diferença na vida dos codoenses”, destacou Wanderson da Trizidela.

A chapa do União Brasil para a Câmara Municipal é composta por 18 nomes de peso, que representam a renovação na política. Com propostas inovadoras e focadas na resolução dos problemas do município, o partido busca fazer o maior numero de vagas no legislativo codoense.

SOBRE O AUTOR:

Comunicador e Jornalista formado pelo Centro Universitário do Maranhão.

DRT – 2083/MA

E-mail: sampaiowellyngton@gmail.com
Contato/ Whatsapp: (99) 98540-7358


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